Apoiadores da reeleição do presidente Lula (PT) fazem atos em dezenas de cidades brasileiras neste domingo (18), uma semana antes do segundo turno, marcado para o dia 25. Em Brasília, Maceió e Rio de Janeiro as manifestações começaram pela manhã. Em Salvador e Curitiba, no início da tarde.

BRASÍLIA

Manifestantes se concentraram na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Museu da República, e por volta das 12h seguiram em caminhada até o Congresso Nacional, sob forte calor. Na terça-feira (13), milhares de pessoas já haviam ocupado a Esplanada em ato convocado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade de Brasília (UnB), com apoio da União Nacional dos Estudantes (UNE). A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal informou que não faz estimativas de público nesses atos.

RIO DE JANEIRO

No centro, o ato é organizado pela UNE e tem apoio de partidos como PT e PDT (Partido Democrático Trabalhista). O cantor Chico Buarque participou, na avenida Presidente Vargas, e disse: "Estamos aqui contra a truculência e contra a subserviência. Viva os estudantes, viva a democracia e viva o presidente Lula". Às 16h, na zona sul, há um "ato musical em defesa da democracia", convocado por Caetano Veloso, em Copacabana.

OUTRAS CAPITAIS

Em Salvador, Gilberto Gil e Daniela Mercury participam de ato no Clube Espanhol, em Ondina. Em Curitiba, a concentração começou às 13h na praça 19 de Dezembro. Em Porto Alegre, o ato começa às 14h, na Redenção, com apresentações de artistas. Em São Paulo, grupos petistas se concentram nas periferias a partir das 15h, com o mote "Botar pra virar! Domingo é nas periferias!".

Também há manifestações marcadas em cidades de Acre, Amapá, Pará, Tocantins, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais.

Os atos acontecem desde o resultado de 4 de outubro, quando Flávio Bolsonaro (PL) ficou à frente de Lula no primeiro turno. Um dos maiores foi na avenida Paulista, em 11 de outubro, com a presença de Lula.