A Espanha sagrou-se ontem (19) campeã da Copa do Mundo de 2026. Com gol de Ferran Torres na prorrogação, a Fúria venceu a Argentina por 1 a 0 e conquistou seu segundo título mundial, repetindo o feito de 2010, quando também decidiu na prorrogação. Dominante durante toda a partida, a seleção comandada por Luis De La Fuente encurralou a Argentina no campo de defesa. Nos acréscimos do tempo normal, Enzo Fernández foi expulso após entrada dura em Cubarsí, deixando os atuais campeões com um a menos. No segundo tempo da prorrogação, Pedro Porro cruzou, Nico Williams escorou de cabeça e Ferran Torres finalizou para marcar o gol do título, aos 106 minutos.
Com o bicampeonato, a Espanha igualou Uruguai e França em número de títulos mundiais. O Brasil segue como maior vencedor, único pentacampeão, seguido de Itália e Alemanha, com quatro cada, e Argentina, com três. A Fúria teve a melhor defesa da Copa, com apenas um gol sofrido em todo o torneio. No mata-mata, superou Áustria, Portugal, Bélgica e França antes da decisão. Ferran Torres, autor do gol, foi eleito o melhor jogador da final. Todos os prêmios individuais ficaram com espanhóis: Cubarsí foi o melhor jovem, Unai Simón o melhor goleiro e Rodri o melhor jogador da competição.
O artilheiro da Copa foi Kylian Mbappé, que marcou dez gols, incluindo dois na vitória da França sobre a Inglaterra por 6 a 4 na disputa do terceiro lugar. Com o desempenho, Mbappé assumiu a artilharia histórica das Copas do Mundo, superando Lionel Messi. O argentino, que havia batido o recorde de Miroslav Klose, encerrou a competição com oito gols e 21 no total em Copas, enquanto Mbappé chegou a 22 em três edições. Messi disputou sua terceira final de Copa e perdeu a segunda.
