O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende avançar na regulamentação das grandes empresas de tecnologia, as chamadas big techs, depois da vitória no segundo turno. Ele defendeu que crime no ambiente digital seja tratado como crime da vida real e criticou o que considera tentativas das plataformas de interferir no resultado eleitoral brasileiro.

CRÍTICA ÀS PLATAFORMAS

Segundo Lula, não é aceitável que empresas de grande porte ganhem bilhões sem pagar impostos no país e tentem direcionar o resultado das eleições. As afirmações são posições do presidente, e as empresas não aparecem respondendo às críticas nas informações divulgadas.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL BRASILEIRA

Lula também disse que o Brasil precisa formar mais profissionais em matemática e engenharia para criar uma inteligência artificial própria e depender menos de tecnologia da China e dos Estados Unidos. Ele defendeu usar o potencial de energia renovável do país para atrair data centers, os centros de processamento e armazenamento de dados, e afirmou que parte dessa estrutura instalada no Brasil deve ser reservada a informações brasileiras, para ampliar a capacidade nacional de guardar dados e desenvolver soluções próprias.

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